Agora o caos foi lançado.
Meu corpo se revira do avesso.
A garganta vira nó e a calma se contorce.
Outra vez esse caos, essa inquietude rondando minha alma.
Outra vez esse desassossego.
Essa torre de babel que faz morada em meu peito,
nesse coração tão pequeno.
Meu coração miúdo não aguenta tanta algazarra.
Ela não ver que o corpo já pede paz, não quero mais ser caos.
Não quero mais ser caos, quero ser mãe!