quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Vento-maré.

Por mim eu morreria aqui, agora, neste vento, neste mar.
Por mim iria embora com está lua, este vento e esse belo nascer do sol.
Morreria nesta água de sal.
Não teria arrependimentos, tenho agora apenas uma mágoa por nenhum me levar.
Mas por mim, minha alma iria embora com este mar, sem dor nenhuma.
Minha alma precisa descansar, precisa se calar.
Ela iria sem reclamar, sem pensar.
 Mas eu tenho medo da morte...